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1/30/2007 Por que não eu? (Leoni / Kid Abelha)Quando ela cai no sofá
So far away Vinho à beça na cabeça Eu que sei... Quando ela insiste em beijar seu travesseiro
Eu me viro do avesso Eu vou dizer aquelas coisas Mas na hora esqueço Por que não eu?
Por que não eu? Eu encomendo um jantar
Só pra nós dois Se não tem nada depois Por que não eu? Você tá nessa rejeitada Caçando paixão Eu com a cara mais lavada Digo: por que não? 1/29/2007 Reflexões...Tenho saudade da minha vida de criança... Odiava acordar cedo pra ir a escola, achava ruim quando tinha lição de casa... Mesmo assim, adorava a Prof. Isabel!!! Ia até a Dona Maria com alguns centavos e voltar cheio de doces na mão e em consequencia disto, levar bronca da minha mãe, pq não almoçava direito... Sinto falta de jogar bola com os amigos, na quadra da escola, ser sempre chamado pra ser o goleiro... Sinto falta de ter medo de levar umas cintadas, pq tinha aprontado alguma "coisa feia"... Sinto falta de parentes q já se foram... Sinto saudade de tanta coisa q sei, não vão mais voltar... Saudade dos "Três Amigos"... Saudade de não ter responsabilidades!!! Eu sei q poderia ter sido uma pessoa melhor, ter ajudado mais gente, deveria ter corrido atrás de objetivos maiores... Deveria ter aprendido a tocar violão... Deveria ter confiado mais em algumas pessoas e desprezado outras... A vida passa, e não espera vc colocar a cabeça em ordem. Ou se corre no tempo determinado por ela, ou se perde boa parte dela... Sinto q já não tenho a mesma vontade de realizar todos os meus sonhos, e se, der vontade, vai faltar tempo... Tenho medo de me magoar de novo, medo de confiar nas pessoas, de servir de escada, e ser esquecido. Novamente tenho a oportunidade de mudar a minha vida, mas por medo, talvez a deixe escapar... Ou talvez esteja apenas fazendo a coisa certa... 1/26/2007 Do you remember? (Phil Collins) Tudo a ver!!!We never talked about it but I hear the blame was mine I'd call you up to say I'm sorry, But I wouldn't want to waste your time 'Cause I love you, but I can't take anymore There's a look I can't describe in your eyes If we could try like we tried before Would you keep on telling me those lies? Do you remember? There seemed no way to make up, 'Cause it seemed your mind was set And the way you looked it told me, It's a look I know I'll never forget You could've come over to my side, You could've let me know You could've tried to see the distance between us But it seemed to far for you to go Do you remember? Through all of my life, In spite of all the pain You know that people are funny sometimes, 'Cause they just can't wait to get hurt again, Tell me do you remember? There are things we won't recall, And feelings we'll never find It's taken so long to see it, 'Cause we never seemed to have the time There was always something more important to do, More important to say But "I love you" wasn't one of those things, And now it's too late Do you remember? 1/25/2007 Asas (Maskavo)Cê parece um anjo Só que não tem asas iaiá Oh meu Deus Quando asas tiver Passe lá em casa Cê parece um anjo Só que não tem asas iaiá Oh meu Deus Quando asas tiver Passe lá em casa E ao sair Pras estrelas eu vou te levar Com a ajuda da brisa do mar Te mostrar onde ir E ao chegar Apresento-lhe a lua e o Sol E no céu vai ter mais um farol Que é a luz do teu olhar Eu não sou moleque Ainda não tenho casa iaiá Oh meu Deus se um dia eu tiver Visto minhas asas... 1/23/2007 Atitudes...Ultimamente venho sendo criticado por minhas atitudes...
Eu sei q não são as mais corretas, por tudo q passei.
Mas tive finalmente a oportunidade de mostrar quem eu sou... Dizer tudo o que eu penso e mostrar o q eu quero pro meu futuro.
Desta vez eu pude ser eu mesmo, sem ter vergonha de magoar, sem "vigias", sem protocolos... E me senti muito a vontade com isso.
Abri minha mente, meu coração...
Ainda tenho medo do futuro... me traz muitas incertezas...
Prometi pra mim mesmo q não vou me apegar a palavras, preciso de atitudes... Agora estou mais preparado e com os pés no chão...
Espero q Deus me guie, daqui por diante...
1/8/2007 O problema dos outros...Era uma vez um sábio muito conhecido, que vivia em umas montanha do Himalaia. Cansado de conviver com os homens, havia escolhido uma vida simples, e passava a maior parte do tempo meditando. Sua fama, porém, era tão grande, que as pessoas estavam dispostas a andar por caminhos estreitos, subir colinas escarpadas, vencer rios caudalosos - apenas para conhecer aquele homem santo, que acreditavam ser capaz de resolver qualquer angústia do coração humano. O sábio, como era um homem cheio de compaixão, dava um conselho aqui, outro ali, mas procurava livrar-se logo dos visitantes indesejados. Mesmo assim, eles apareciam em grupos cada vez maiores, e certo dia uma multidão bateu à sua porta, dizendo que lindas histórias a seu respeito haviam sido publicadas no jornal local, e todos estavam certos que ele sabia como superar as dificuldades da vida. O sábio não disse nada; pediu que sentassem e esperassem. Três dias se passaram, e mais gente chegou. Quando não havia espaço para mais ninguém, ele dirigiu-se ao povo que estava diante de sua porta: - Hoje vou dar a resposta que todos desejam. Mas vocês prometem que, assim que tiverem seus problemas solucionados, dirão aos novos peregrinos que me mudei daqui – de modo que possa continuar a viver na solidão que tanto almejo. Se insistirem em saber para onde fui, vocês ensinarão o ritual que estou prestes a fazer – de modo que ninguém possa se queixar de que a verdadeira sabedoria é inacessível. Homens e mulheres fizeram um juramento sagrado; se o sábio cumprisse o prometido, eles não deixariam mais nenhum peregrino subir a montanha. - Digam-me seus problemas – pediu o sábio. Alguém começou a falar, mas foi logo interrompido por outras pessoas – já que todos sabiam que aquela era a última audiência pública que santo homem estava dando, e tinham medo que ele não tivesse tempo de escuta-los. Minutos depois, a confusão estava criada; muitas vozes gritando ao mesmo tempo, gente chorando, homens e mulheres arrancando o cabelo de desespero, porque era impossível fazer-se ouvir. O sábio deixou que a situação se prolongasse um pouco, até que gritou: - Silêncio! A multidão calou-se imediatamente. - Sentem-se no chão, e esperem! Todos obedeceram. Ele entrou na sua pequena cabana, e logo retornou com folhas de papel, lápis, e uma cesta de vime. Distribuiu o papel, pediu que cada um escrevesse o seu pior problema, dobrasse em quatro, e colocasse na cesta. Quando todos terminaram, o sábio recolheu a cesta, e a sacudiu bastante, de modo que os papéis se misturassem. Em seguida, devolveu-a a multidão, dizendo calmamente: - Passem esta cesta por todos; que cada um tire o papel que está em cima, leia o que foi escrito. Se vocês quiserem, podem escolher entre passar a ter o problema que está escrito, ou pedir ao outro que lhes entregue aquilo que colocaram na cesta. Cada um dos presentes pegou uma das folhas de papel, leu, e ficou horrorizado. Concluíram que aquilo que tinham escrito, por pior que fosse, não era tão sério como o que afligia o seu vizinho. Duas horas depois, tinham trocado todos os pedaços de papel, e cada um tornou a colocar no bolso aquilo o seu problema pessoal, aliviado por saber que sua aflição não era tão dura como imaginava. Agradeceram a lição, desceram a montanha com a certeza de que eram mais felizes que os outros, e – cumprindo o juramento feito - nunca mais deixaram que ninguém perturbasse a paz do santo homem.
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